segunda-feira, 27 de abril de 2009

Memórias






Neste Abril de muitas memórias lembrei-me do fim de semana a seguir ao 25 de Abril de 1974( 5ªfeira).
Na minha escola estava programado um passeio escolar, assim se chamava ao tempo as actuais visitas de estudo. O inicio desse passeio seria no dia 27 e o destino a Serra da Estrela.Depois dos acontecimentos de 25 ficámos um pouco indecisas e mesmo perplexas quanto à realização da viagem! Note-se que se tratava de uma viagem com cerca de uma centena de crianças do ensino primário que se prolongaria por dois dias!
Até para a época era uma pequena loucura que um punhado de adultos se propunha fazer!
Tendo o dia seguinte corrido sem qualquer alteração lá partimos nós em direcção à Covilhã, parando em alguns locais de interesse para a pequenada.
Nessa noite dormimos na Covilhã e nevou toda a noite!
No dia seguinte seguimos em direcção à Torre e, como não me parece que houvesse limpa neve, a estrada estava um mau estado, mas o nosso destemido condutor levou o autocarro a bom porto, no caso a bom nevão!
Na Torre todos nós fizemos aquele desporto sentados num saco plástico, tentámos os bonecos de neve, divertimo-nos muito, como oestinos estranhos a este habitat...
Com um pequeno senão: os sapatos da Idalina desapareceram, como por magia,enterrados na neve!
Foi uma azáfama, como procurar agulha em palheiro mas a rapariga voltou com os seus sapatos... molhados, é certo!
Nós, os docentes, os funcionários e alguns pais atrevemo-nos a levar quase uma centena de miúdos por dois dias para um destino com as suas dificuldades no fim de semana imediatamente a seguir ao 25 de Abril, faz hoje precisamente trinta e cinco anos!
E hoje atrever-nos-iamos?

sábado, 25 de abril de 2009

Poema 25 de Abril
























Tela de António Colaço

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do Tempo

Sophia de Melo B.Andresen

Onde estavas no 25 de Abril?




















Foto google
Onde estavas no vinte e cinco de Abril?
Sim, onde estávamos no 25 de Abril e onde estamos hoje? Apesar de todos os (muitos) engulhos se fecharmos os olhos e fizermos uma retrospectiva dos últimos trinta e cinco anos, concluímos que este Portugal é muito diferente daquele em que vivíamos! E muito melhor a todos os níveis!
Para nós mulheres não faz sentido que precisássemos de autorização do cônjuge para sair do país! Mas precisávamos!
Os nossos jovens viviam na inquietação da ida para a guerra que lhes cortava as carreiras e por vezes a vida!Mas iam!
E o que dizer das suas famílias? Na década anterior ao 25 de Abril , a da minha adolescência e início da idade adulta,recordo um constante sobressalto na generalidade das famílias, porque toda a gente tinha algum jovem que veria a sua vida em suspenso por dois anos (pelo menos) para cumprir o seu dever de servir a Pátria numa longínqua e desconhecida terra a que chamávamos nossa!
Havia sempre um medo latente, medo que denunciassem algo que dissemos...lembro a minha mãe sempre a recomendar cuidado!
Este dia ofereceu-nos a Liberdade e eu congratular-me-ei sempre com o 25 de Abril!
Ah! Eu, no 25 de Abril fui dar aulas a meninos tão perspicazes, que ao meio da manhã já achavam que se devia retirar as célebres fotos que ladeavam o quadro da sala de aula!
O dia, de expectativa e regozijo, foi passado a ouvir os comunicados do posto de comando do Movimento das Forças Armadas!

«O dia inicial inteiro e limpo»



Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Zé Afonso

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Os meus passeios pela Blogosfera

Gosto de me passear pela Blogosfera e aprender ou divertir-me com o que vejo.
Hoje deliciei-me a contemplar bonitos trabalhos e a apreciar uma guerreira em luta pelo bem estar do seu filho!
Querem espreitar?

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Um abraço de contos



Para comemorar o dia Mundial do Livro, a biblioteca Municipal de Torres Vedras promoveu um encontro de contadores de histórias a que chamou um abraço de contos!
Excelentes contadores de histórias proporcionaram momentos mágicos a grupos de alunos do concelho.
Foi uma excelente forma de comemorar este dia e de criar nas crianças o gosto para que este dia seja TODOS OS DIAS.

Dia vinte e cinco de Abril de 1974


quarta-feira, 22 de abril de 2009

Poetas de Abril



Imagem Google



Havia uma lua de prata e sangue
em cada mão.

Era Abril.

Havia um vento
que empurrava o nosso olhar
e um momento de água clara a escorrer
pelo rosto das mães cansadas.

Era Abril
que descia aos tropeções
pelas ladeiras da cidade.

Abril
tingindo de perfume os hospitais
e colando um verso branco em cada farda.

Era Abril
o mês imprescindível que trazia
um sonho de bagos de romã
e o ar
a saber a framboesas.

Abril
um mês de flores concretas
colocadas na espoleta do desejo
flores pesadas de seiva e cânticos azuis
um mês de flores
um mês.

Havia barcos a voltar
de parte nenhuma
em Abril
e homens que escavavam a terra
em busca da vertical.

Ardiam as palavras
Nesse mês
e foram vistos
dicionários a voar
e mulheres que se despiam abraçando
a pele das oliveiras.

Era Abril que veio e que partiu.

Abril
a deixar sementes prateadas
germinando longamente
no olhar dos meninos por haver.


Francisco Duarte
Afluentes de Liberdade
Edições Milho Rei
Abril

Dia Internacional da Terra



Plantas, montes, crateras, água, Sol...é a nossa casa, a Terra!
A sua imensa beleza assalta-nos e sobressalta-nos!
Cuidemos bem deste nosso maravilhoso condomínio!
Cuidado, Ele não é inesgotável!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Os meus passeios pela Blogosfera

Agora que estamos em Abril é bom celebrar a Revolução mas também reflectir sobre o que representou nas nossas vidas e na sociedade em geral.
Nos meus passeios pela Blogosfera encontrei um texto interessante!

Poetas de Abril












Com fúria e raiva

Com fúria e raiva acuso o demagogo
E o seu capitalismo das palavras

Pois é preciso saber que a palavra é sagrada
Que de longe, muito longe um povo a trouxe
E nela pôs sua alma confiada

De longe,muito longe desde o início
O homem soube de si pela palavra
E nomeou a pedra a flor a água
E tudo emergiu porque ele disse

Com fúria e raiva acuso o demagogo
Que se promove à sombra da palavra
E da palavra faz poder e jogo
E transforma as palavras em moeda
Como se faz com o trigo e com a terra

Sophia de Mello
Breyner Andresen

A Canção de Abril

video

sábado, 18 de abril de 2009

Os meus passeios pela Blogosfera

Nos meus passeios pela blogosfera encontro posts que me entusiasmam vivamente! ou porque me fazem rir, ou porque ajudam a reflectir vale a pena visitá-los!
Quer dar uma espreitadela?Venha daí!

Igreja de São Roque


A Companhia de Jesus construiu esta igreja a partir de uma pequena ermida de São Roque existente no local.
Igreja de nave única, larga e extensa, de Capela-mor pouco profunda e galerias com janelões sobre as capelas laterais, todas de grande beleza!
Este modelo de igreja foi designado de jesuítico, pois foi paradigma de todas as igrejas da ordem construídas em Portugal, no Oriente e no Brasil!
Chama-se também Igreja-Salão porque este modelo é propício à pregação.
Quando a Companhia de Jesus foi expulsa de Portugal, a Igreja foi doada à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, em 1768.
Além da Capela-mor, a igreja tem oito capelas laterais muito belas, com um grande número de relicários.Nomeadamente a de São João Baptista, encomendada por D.João V aos melhores artistas italianos da época.Parte do acervo desta capela encontra-se no museu.
Ao lado encontra-se o museu com um acervo valiosíssimo e do maior interesse!
Uma visita a este conjunto monumental, com tempo e curiosidade, recomenda-se vivamente!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Dia Mundial da Voz

Celebremos a nossa preciosa VOZ!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Poetas de Abril






















Explicação do País de Abril

País de Abril é o sítio do poema.
Não fica nos terraços da saudade
não fica nas longas terras. Fica exactamente aqui
tão perto que parece longe.

Tem pinheiros e mar tem rios
tem muita gente e muita solidão
dias de festa que são dias tristes às avessas
é rua e sonho é dolorosa intimidade.

Não procurem nos livros que não vem nos livros
País de Abril fica no ventre das manhãs
fica na mágoa de o sabermos tão presente
que nos torna doentes sua ausência.

País de Abril é muito mais que pura geografia
é muito mais que estradas pontes monumentos
viaja-se por dentro e tem caminhos veias
- os carris infinitos dos comboios da vida.

País de Abril é uma saudade de vindima
é terra e sonho e melodia de ser terra e sonho
território de fruta no pomar das veias
onde operários erguem as cidades do poema.

Não procurem na História que não vem na História.
País de Abril fica no sol interior das uvas
fica à distância de um só gesto os ventos dizem
que basta apenas estender a mão.

País de Abril tem gente que não sabe ler
os avisos secretos do poema.
Por isso é que o poema aprende a voz dos ventos
para falar aos homens do País de Abril.

Mais aprende que o mundo é do tamanho
que os homens queiram que o mundo tenha:
o tamanho que os ventos dão aos homens
quando sopram à noite no País de Abril.


Manuel Alegre
Praça da Canção Para Aquém de Abril

terça-feira, 14 de abril de 2009

Abril na poesia de



Canção que cresceu

Vieram as nuvens de Abril
Cobrir o céu feito asas
Dançando pelo vai e vem
Na cor branca que paz tem
Em floresta, no mar, junto às casas
Pela vida primaveril, em encanto mil

Dançando pelo tempo, pela luz da cidade…

Enfeitam-se os jardins de flores
Emprestam ao coração, tantas cores
E as histórias de muitos amores…

E se orvalhar, vem regar a fecundidade!

E tem no condão a chama liberdade
Rodando nos ventos dessa verdade
Deu à luz a louca existência
De a tornar a pura sapiência
Vestindo a cor, de flores vitoriosas
Que antecede o mês das rosas
Em que se canta em apogeu
O que em Abril nasceu!

Se no tocar instrumento, fosse prendada
Ensaiava uma trova muito minha
E tocava-a na plena madrugada
Junto ao canto de piar de avezinha!

E a este acontecer, de alegria tão suada
Ventura em mim…a canção que cresceu!

Baila sem Peso

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Ainda o (meu) Alentejo na poesia de...

O Alentejo
Gosto menos dos campos felizes
Exuberantes, sempre vestidos
De verdes macios…
Não recebo deles aquela inquietação
Que os campos mais tristes
Por vezes me dão!
Gosto mais do Alentejo,
Do meu!...
De Moura onde nasci,
A Beja, Santa Victória,
Onde nasceu o meu amor por ele!
Gosto do meu Alentejo – Tragédia!
Imenso, quente e nu!
Gosto da sua terra de barro
Da cor da carne viva!
Gosto de ouvir dizer
Chaparro, tarro, seara,
Almeara, restolho,
Palavras musicais
Fortes, gostosas,
Que o alentejano diz arrastando...

Maria José Rijo

Alentejo em domingo de Páscoa




Por aqui, observando paisagens tão lindas, aconteceu o meu domingo de Páscoa!
Mais uma vez , em alegre convívio com a minha família alargada, passámos um dia no campo, a comer o tradicional ensopado de cabrito e umas costeletas do dito grelhadinhas!
Os mais jovens brincaram, jogaram e andaram de bicicleta... os mais velhos caminharam um pouco por aqueles convidativos campos e aproveitaram para pôr a conversa em dia...
Mais um agradável domingo de Páscoa passado à maneira do Alentejo!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Bom fim de semana Pascal!

Recados do Orkut

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Poetas de Abril

Eu Sou Português Aqui

Eu sou português
aqui
em terra e fome talhado
feito de barro e carvão
rasgado pelo vento norte
amante certo da morte
no silêncio da agressão.

Eu sou português
aqui
mas nascido deste lado
do lado de cá da vida
do lado do sofrimento
da miséria repetida
do pé descalço
do vento.

Nasci
deste lado da cidade
nesta margem
no meio da tempestade
durante o reino do medo.
Sempre a apostar na viagem
quando os frutos amargavam
e o luar sabia a azedo.

Eu sou português
aqui
no teatro mentiroso
mas afinal verdadeiro
na finta fácil
no gozo
no sorriso doloroso
no gingar dum marinheiro.

Nasci
deste lado da ternura
do coração esfarrapado
eu sou filho da aventura
da anedota
do acaso
campeão do improviso,
trago as mão sujas do sangue
que empapa a terra que piso.

Eu sou português
aqui
na brilhantina em que embrulho,
do alto da minha esquina
a conversa e a borrasca
eu sou filho do sarilho
do gesto desmesurado
nos cordéis do desenrasca.

Nasci
aqui
no mês de Abril
quando esqueci toda a saudade
e comecei a inventar
em cada gesto
a liberdade.

Nasci
aqui
ao pé do mar
duma garganta magoada no cantar.
Eu sou a festa
inacabada
quase ausente
eu sou a briga
a luta antiga
renovada
ainda urgente.

Eu sou português
aqui
o português sem mestre
mas com jeito.
Eu sou português
aqui
e trago o mês de Abril
a voar
dentro do peito.


Eu sou português aqui
Obras de José Fanha

Poetas de Abril






















MEU AMOR QUE EU NÃO SEI

Meu amor que eu não sei.
Amor que eu canto.
Amor que eu digo.
Teus braços são a flor do aloendro.
Meu amor por quem parto.
Por quem fico.
Por quem vivo.
Teus olhos são da cor do sofrimento

Amor-país.
Quero cantar-te. Como quem diz:

O nosso amor é sangue. É seiva. E sol. E primavera.
Amor intenso. Amor imenso. Amor instante.
O nosso amor é uma arma. E uma espera.
O nosso amor é um cavalo alucinante.

O nosso amor é um pássaro voando. Mas à toa.
Rasgando o céu azul-coragem de Lisboa,
Amor partindo. Amor sorrindo. Amor doendo.
O nosso amor é como a flor do aloendro.

Deixa-me soltar estas palavras amarradas
Para escrever com sangue o nome que inventei.
Romper. Ganhar a voz duma assentada.
Dizer de ti as coisas que eu não sei.
Amor. Amor. Amor. Amor de tudo ou nada.
Amor-verdade. Amor-cidade.
Amor-combate. Amor-abril.
Este amor de liberdade!
Joaquim Pessoa

In "Amor Combate"

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Poetas de Abril


Original é o poeta
que se origina a si mesmo
que numa sílaba é seta
noutro pasmo ou cataclismo
o que se atira ao poema
como se fosse um abismo
e faz um filho às palavras
na cama do romantismo.
Original é o poeta
capaz de escrever um sismo.

Original é o poeta
de origem clara e comum
que sendo de toda a parte
não é de lugar algum.
O que gera a própria arte
na força de ser só um
por todos a quem a sorte faz
devorar um jejum.
Original é o poeta
que de todos for só um.

Original é o poeta
expulso do paraíso
por saber compreender
o que é o choro e o riso;
aquele que desce à rua
bebe copos quebra nozes
e ferra em quem tem juízo
versos brancos e ferozes.
Original é o poeta
que é gato de sete vozes.

Original é o poeta
que chegar ao despudor
de escrever todos os dias
como se fizesse amor.
Esse que despe a poesia
como se fosse uma mulher
e nela emprenha a alegria
de ser um homem qualquer.
Ary dos Santos

Telégrafo da Serra do Socorro



«Para proteger Lisboa da 3ª invasão Francesa, as forças anglo-lusas estabeleceram,em torno da capital do reino,um sistema defensivo estruturado que incluia duas linhas defensivas que ligavam o oceano Atlântico ao rio Tejo: as Linhas de Torres
Paralelamente à construção de fortes e redutos, o exercito anglo-luso previu a instalação de um sistema de comunicações para a transmissão de ordens e informações.
A Serra do Socorro constituia o ponto central a partir do qual era efectuada a comunicação com os sete fortes onde estavam colocados mastros de sinais.
Com base na documentação histórica e nas evidências arqueológicas, efectuou-se o projecto (pioneiro) de reconstituição do telegrafo da Serra do Socorro»Rota Histórica das Linhas de Torres
C.M.de Mafra

Assim na Serra do Socorro podemos assistir a esta reconstituição histórico
em datas estabelecidas pela Câmara Municipal de Mafra.

No sábado, um desses dias de encenação, podemos ver a instalação do telegrafo e o seu funcionamento.


Serra do Socorro

Como se pode ver ao longe vê-se o mar e do mar os pescadores e marinheiros, em tempos de menos (muito menos) iluminação, também viam a ermida que existe no seu cume e que lhes servia de orientação!
Consta que eram mesmo os marítimos que se responsabilizavam pela sua caiação.

Um farol,uma bússola, um ponto de referência... hoje um local aprazível e belo para conhecer!

sábado, 4 de abril de 2009

Belo espectáculo de Rodrigo Leão!

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A poesia passou por aqui


A minha terra tem o mar à volta
a minha terra tem o mar ao fundo.
A minha terra veste-se de mar,
o mar na minha terra é o seu mundo.

Na minha terra vive-se no mar,
que o mar,na minha terra, é ao fim da rua.
Na minha terra morre-se no mar
porque é no mar que a vida continua.


Mariano Calado, em Raízes de Maresia
Foto das ilhas açorianas de S.Jorge e Pico, tirada da ilha Graciosa

Que ternura!

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Dia do livro Infantil

Conhecem esta menina?
É a personagem de um livro infantil, claro!
Aqui está acompanhada do seu amigo de quem a separei durante uns tempos ...obrigada, amiguinha!
O seu a seu dono! Hoje coloco-a aqui em homenagem à leitura, à ilustração e às Crianças!

Faianças Artísticas Rafael Bordalo Pinheiro, um caso de sucesso?















Hoje congratulo-me pela resolução , com sucesso, da precária situação desta fábrica, que é património de todos nós.
Aqui trabalha-se com criatividade e é um prazer ver, contemplar esta louça!
É uma alegria ter-se chegado a bom termo neste problema!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Os meus passeios pela Blogosfera























No dia das mentiras eu deveria pregar aqui uma grande peta...mas para isso já temos um senhor a quem frequentemente cresce o nariz e que todos os dias aparece na TV.
Vou assim remeter-vos para um sitio onde este tema está bem tratado! Sim, porque eu passeio-me pela Blogosfera e aprendo muito! Atenção: não é Mentira!

Roma