"Frank Tupelo é um turista Americano que está a viajar por toda a Europa, como forma de curar o seu coração destroçado. No comboio que o leva de Paris a Veneza, conhece Elise Clifton-Ward, uma misteriosa mulher que intencionalmente cruza o seu caminho. Com a belíssima cidade de Veneza como cenário, o romance entre estas duas personagens rapidamente evolui, ao mesmo tempo que se vêem envolvidos num perigoso jogo do gato e do rato" Sinopse retirada de um site do Sapo
Pois é, este é um filme de muito glamour, muita beleza da protagonista e da cidade de Veneza onde decorre a acção. E já agora do seu par, o actor Johnny Deep .São dois bons actores e toda a ambiência nos leva a gostar de ver o filme... embora a trama tenha muito pouca consistência! Durante duas horas os olhos enchem-se de Beleza... dos personagens, dos adereços, do guarda -roupa e da bela cidade das gôndolas!
Recomendo este filme, O Turista!
sábado, 15 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Natal na poesia Portuguesa
Natividade de Rubens
Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio
no prédio que amanhã for demolido...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.
Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.
David Mourão Ferreira
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Natal na poesia Portuguesa
Andrea MantegnaEra uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava, e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.
.
E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da Nação.
.
Mas,
Por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.
. Miguel Torga
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava, e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.
.
E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da Nação.
.
Mas,
Por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.
. Miguel Torga
sábado, 11 de dezembro de 2010
Núcleo arqueológico da Rua dos Correeiros

Gostei de conhecer este sitio arqueológico que nos revela vinte e cinco séculos de ocupação humana na Baixa Lisboeta. Desde a idade do Ferro à Lisboa pós Terramoto podemos fazer a leitura da sobreposição de antigas cidades.É também muito perceptível a reconstrução Pombalina da baixa com o seu sistema de estacaria!
Enfim é uma viagem por vinte e cinco séculos de História que muito me agradou.E recomendo
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